Casa em Malbusca

Santa Maria, Açores. 2017 | promotor imobiliário BuildingAzores


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O lugar onde o edifício se implanta é caracterizado por vastos campos, divididos em muros de pedra basalto, e palheiros para apoio à atividade agrícola, em estruturas também elas em pedra basalto e coberturas de duas águas, em telha cerâmica.

Procurou-se que a moradia reinterpretasse essas estruturas, num volume que ecoa o arquétipo destes palheiros, implantado a uma cota intermédia no terreno, protegido por um talude, a norte, e com vistas priveligiadas a sul, sobre a restante propriedade e o mar. A sua estrutura em betão armado será revestida, pelo exterior, a pedra basalto, tal como os muros divisórios das propriedades e as paredes dos palheiros em redor. Interrupções na cobertura, criadas através da intercepção das janelas com o telhado, quebram a linearidade dos alçados, sublinhando a natureza contemporânea do edifício sem com isso entrar em conflito com a paisagem em redor. Estes elementos, em conjunto com o vazio que rasga o volume e cria a entrada no edifício, conferem individualidade a esta estrutura, numa paisagem onde os palheiros parecem repetir-se, criando assim um diálogo constante entre a pré-existencia e o novo habitante. Na sua composição cromática e nos materiais utilizados, o edifício procura uma adequada integração, respeitando a paisagem existente pontuada por aquelas estruturas.

Santa Maria, Açores. 2017

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O lugar onde o edifício se implanta é caracterizado por vastos campos, divididos em muros de pedra basalto, e palheiros para apoio à atividade agrícola, em estruturas também elas em pedra basalto e coberturas de duas águas, em telha cerâmica.

Procurou-se que a moradia reinterpretasse essas estruturas, num volume que ecoa o arquétipo destes palheiros, implantado a uma cota intermédia no terreno, protegido por um talude, a norte, e com vistas priveligiadas a sul, sobre a restante propriedade e o mar. A sua estrutura em betão armado será revestida, pelo exterior, a pedra basalto, tal como os muros divisórios das propriedades e as paredes dos palheiros em redor. Interrupções na cobertura, criadas através da intercepção das janelas com o telhado, quebram a linearidade dos alçados, sublinhando a natureza contemporânea do edifício sem com isso entrar em conflito com a paisagem em redor. Estes elementos, em conjunto com o vazio que rasga o volume e cria a entrada no edifício, conferem individualidade a esta estrutura, numa paisagem onde os palheiros parecem repetir-se, criando assim um diálogo constante entre a pré-existencia e o novo habitante. Na sua composição cromática e nos materiais utilizados, o edifício procura uma adequada integração, respeitando a paisagem existente pontuada por aquelas estruturas.

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